Foto: Maurício Mascaro / Pexels
A seleção brasileira vive um momento de preocupação na Copa do Mundo 2026, e as explicações para o desempenho abaixo do esperado não faltam. Mas para Romário, o Baixinho Impossível, existe um fator que se sobressai entre todos os outros: a falta de atitude dos jogadores quando colocam a amarelinha no peito.
Em crítica direta ao elenco, o ex-jogador e atualmente comentarista não poupou palavras. Segundo Romário, há uma desconexão clara entre o potencial técnico disponível e o comprometimento demonstrado em campo. Para o ídolo do futebol brasileiro, não é questão apenas de qualidade ou tática, mas de envolvimento emocional e dedicação pessoal.
As primeiras rodadas da competição revelaram uma equipe desorganizada, sem a consistência ofensiva que marca o histórico da Seleção. Enquanto a imprensa especializada debate esquemas táticos e possíveis mudanças no elenco, Romário vai direto ao ponto: falta vontade genuína nos atletas.
A declaração toca em um ponto sensível do futebol brasileiro contemporâneo. Muitos jogadores atuam em mercados estrangeiros com altíssimo nível competitivo, mas quando representam o Brasil em Copas do Mundo, nem sempre conseguem traduzir esse potencial em performances memoráveis. É essa lacuna que incomoda figuras como Romário.
Historicamente, a Seleção Brasileira se construiu sobre bases de paixão, entrega e comprometimento genuíno com a camisa. A geração atual, segundo a lenda viva do futebol brasileiro, ainda tem muito a aprender sobre o peso simbólico de defender as cores nacionais em torneios decisivos.
O desafio agora é saber se o elenco absorverá essas críticas como catalisador de mudança ou se continuará nessa trajetória frustrante. Os próximos jogos dirão.
Fonte: Folha Esporte
