Foto: Victor Chijioke / Pexels
Enquanto milhões de olhos acompanham cada lance dos craques em campo, existe um grupo de profissionais que trabalha nos bastidores para garantir o bom andamento da partida: os gandulas. Na Copa do Mundo de 2026, esses atletas mirins seguirão sendo peças fundamentais na engrenagem do espetáculo futebolístico.
A função do gandula é simples, mas exige agilidade, atenção e rapidez. Sempre posicionados estrategicamente ao redor do campo, eles são responsáveis por recolher as bolas que saem do gramado durante o jogo e devolvê-las imediatamente aos jogadores. Quando uma bola é colocada em ação, o gandula que a recuperou segue para a próxima posição, aguardando o próximo momento em que sua intervenção seja necessária.
Essa profissão vai muito além de uma simples brincadeira. Os gandulas precisam ter reflexos aguçados, conhecimento das regras do jogo e, principalmente, capacidade de concentração durante os 90 minutos de partida. Na Copa do Mundo, onde cada segundo conta e as transmissões alcançam bilhões de espectadores, o trabalho desses profissionais ganha ainda mais importância.
Interessante notar que a função do gandula não é exclusiva do futebol. Modalidades como tênis e beisebol também utilizam esse sistema, adaptando-o às suas especificidades. Porém, no futebol, o papel dos gandulas é particularmente visível e essencial para manter o ritmo acelerado do jogo.
Na Copa de 2026, os gandulas selecionados passarão por treinamentos intensivos para garantir que estejam preparados para atuar em estádios lotados e sob pressão internacional. Muitos deles sonham em usar o uniforme da competição como trampolim para carreiras no futebol profissional ou em outras oportunidades esportivas.
Portanto, na próxima vez que você assistir a um jogo, dê uma atenção especial aos gandulas. Esses profissionais meramente invistos são, na verdade, engrenagens importantes na máquina do futebol moderno.
Fonte: Folha Esporte
