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Após a derrota frustrante de 2 a 1 para a Noruega neste domingo, Vinicius Júnior saiu em defesa de sua postura durante a partida. O atacante do Real Madrid deixou claro que não teve responsabilidade na escolha de Bruno Guimarães como cobrador do pênalti que poderia ter equilibrado o placar.
Em entrevista concedida logo após o apito final, o camisa 7 explicou que a definição partiu exclusivamente do técnico Carlo Ancelotti, que já havia determinado previamente quem seria o responsável pela cobrança em caso de penalidade máxima. A decisão do treinador, tomada ainda antes do confronto, eliminou qualquer dúvida sobre quem executaria o lance.
“Não fugi da responsabilidade”, afirmou Vinicius Júnior, deixando claro que respeitou a hierarquia e o planejamento tático do técnico. O comentário do jogador ganha peso em um contexto onde críticas sobre quem bate pênaltis frequentemente recaem sobre os atletas em campo, e não sobre as decisões da comissão técnica.
A derrota na Noruega marca um resultado negativo para a seleção brasileira em sua campanha internacional. Com o pênalti perdido ou desperdiçado pela escolha questionável de Ancelotti, a equipe deixou escapar uma oportunidade de ouro de conquistar um ponto importante.
O episódio reforça a importância de preparação prévia e comunicação clara dentro de uma equipe. Enquanto Vinicius Júnior mantém sua reputação intacta como batedor de pênaltis confiável, a definição tática levanta questões sobre as escolhas estratégicas para confrontos dessa magnitude.
A Seleção Brasileira terá oportunidade de se redimir em seus próximos compromissos, mas essa derrota certamente gerará debates sobre as decisões de Ancelotti no comando da equipe.
Fonte: Folha Esporte
