Foto: Franco Monsalvo / Pexels
Lucas Paquetá carrega consigo uma lembrança agridoce da última Copa do Mundo. Aquele passe preciso para Neymar marcar na prorrogação contra a Croácia, nas quartas de final, poderia ter sido o marco de uma trajetória gloriosa da Seleção em Qatar. Mas o futebol é cruel, e o empate seguido pela eliminação nos pênaltis transformou um belo lance em mais um capítulo de frustração para a torcida brasileira.
Agora, em 2026, o meia do West Ham vive um momento diferente. Com mais experiência acumulada e a chance de redenção à vista, Paquetá relata sentir uma energia especial ao retornar ao torneio que mais importa para qualquer jogador brasileiro. A felicidade que pulsa em seu peito é descrita como “muito maior” — e não é difícil entender o porquê.
Para Paquetá, este é um novo começo. As frustrações do passado cedem espaço para a determinação de quem quer deixar seu nome marcado em letras de ouro na história das Copas do Mundo. Aos poucos, o meia trabalha para consolidar sua importância no esquema tático da Seleção, buscando ser tão decisivo quanto foi naquele momento contra a Croácia, mas desta vez com um final feliz.
A volta do atleta ao palco mundial representa mais do que simples participação: é a oportunidade de transformar melancolia em glória, de converter aquele lance bom em uma trajetória memorável. A Seleção conta com sua criatividade, sua visão de jogo e sua capacidade de criar oportunidades — atributos que só melhoraram com o tempo.
A torcida brasileira observa com esperança renovada. Paquetá, com seu talento reconhecido nas principais ligas europeias, promete ser peça fundamental nos planos do Brasil para conquistar seu sexto título mundial. A felicidade que ele relata é contagiante e alimenta o otimismo de quem sonha com mais uma estrela no escudo verde amarelo.
Fonte: Folha Esporte
