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A final da Copa do Mundo entre Espanha e Argentina promete ser um duelo de gigantes, mas há um nome que tira o sono da seleção europeia: Lionel Messi. O meio-campista Mikel Merino não escondeu a preocupação em declarações nesta sexta-feira, classificando a marcação do craque argentino como um “desafio maiúsculo” para os espanhóis.
E as razões para tamanho respeito são mais do que justificadas. Aos 39 anos, Messi continua em grande forma na competição. O argentino foi decisivo na semifinal contra a Inglaterra, ajudando a Albiceleste a vencer por 2 a 1, e segue como artilheiro compartilhado do torneio com oito gols, dividindo a honraria com o francês Kylian Mbappé.
“É uma motivação incrível para mim e para nós poder enfrentar uma seleção que já conquistou a Copa do Mundo. Isso faz o jogo ser ainda mais importante”, completou Merino durante coletiva de imprensa em East Hanover, Nova Jersey.
O reconhecimento da Espanha sobre o tamanho do obstáculo deixa claro que não há fórmula mágica para neutralizar Messi. A Argentina construiu sua campanha justamente baseada na criatividade e liderança do seu camisa 10, que segue provando que a idade é apenas um número quando se trata de qualidade futebolística.
Para os espanhóis, a solução pode estar na defesa coletiva e na pressão constante, estratégia que vem funcionando bem no torneio. Mas todo técnico sabe: marcar Messi é como tentar prender o vento. A genialidade do argentino transcende táticas convencionais.
A final promete ser um confronto memorável, com a Espanha enfrentando o seu maior desafio: conseguir manter Messi sob controle e, ao mesmo tempo, levar seus ataques adiante. Será uma prova de fogo para o meio-campo espanhol.
Fonte: Gazeta Esportiva
