Foto: Daniel Dang / Pexels
A história do futebol brasileiro ganhou um novo capítulo de valorização. A camisa amarelinha que Pelé vestiu durante a épica final da Copa do Mundo de 1958 foi vendida por impressionantes 4,9 milhões de dólares (aproximadamente R$ 25 milhões) em um leilão realizado pela renomada casa Sotheby’s.
O leilote gerou intensa disputa entre colecionadores de todo o mundo, com mais de cinco interessados apresentando dez propostas acima da marca de cinco milhões de dólares. O resultado consolidou a peça como o item de colecionismo mais valioso já associado ao Rei do Futebol.
Apesar do valor astronômico, a camisa número 10 de Pelé ocupa a segunda posição no ranking das camisas de futebol mais caras comercializadas em leilão. O topo da lista permanece com a famosa camisa de Diego Maradona, usada na partida contra a Inglaterra durante a Copa de 1986, que foi arrematada por 9,3 milhões de dólares (cerca de R$ 46 milhões na época).
A peça representa muito mais que um simples uniforme. Ela testemunhou um momento indelével do esporte: 29 de junho de 1958, em Estocolmo, quando o Brasil conquistou seu primeiro título mundial derrotando a Suécia por 5 a 2. Naquele dia, Pelé, então com apenas 17 anos, ajudou a escrever uma das páginas mais gloriosas do futebol nacional.
A venda reafirma a dimensão lendária de Pelé, cujo legado transcende gerações. Enquanto o mercado de memorabilia esportiva segue em alta, objetos vinculados aos maiores ícones ganham status de relíquias inestimáveis. Para fãs e historiadores do futebol, a notícia é um lembrete de como certos momentos permanecem eternizados—agora, literalmente, em forma de patrimônio vendável.
Fonte: Gazeta Esportiva
