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A Alemanha saiu da Copa do Mundo da América do Norte com um gosto amargo na boca. Apesar de avançar da fase de grupos pela primeira vez desde 2014, a seleção tetracampeã mundial viu seus sonhos desabarem nos pênaltis contra o Paraguai, nas oitavas de final. E quem não poupou críticas foi Lothar Matthaus, lenda viva do futebol alemão.
O campeão mundial de 1990 apontou os dedos para Julian Nagelsmann, técnico demitido após o fracasso, evidenciando as inconsistências na gestão do elenco da Nationalelf. Para Matthaus, o treinador abriu “a caixa de Pandora” ao lidar de forma questionável com seus jogadores durante o torneio.
Os bastidores revelados pelo jornal Bild mostram turbulências internas que vão além do que se vê em campo. Um exemplo concreto é a polêmica convocação de Leon Goretzka, que enfrentava momento delicado no Bayern de Munique. O volante entrou no radar das críticas justamente por estar em baixa forma, tendo perdido prestígio no gigante bávaro ao longo da temporada 2025/26.
A questão levantada é pertinente: quanto a gestão interna influenciou no desempenho coletivo? Matthaus sugere que muito. As escolhas técnicas de Nagelsmann quanto ao elenco parecem ter gerado um clima de indefinição que se refletiu dentro de campo, especialmente em momentos decisivos.
Agora, a Alemanha se move para um novo capítulo. Jürgen Klopp está perto de ser anunciado como novo comandante, trazendo sua experiência e carisma para reconstruir a confiança de uma seleção que precisa desesperadamente voltar ao topo do futebol mundial. A pergunta que fica é: conseguirá o treinador de Liverpool reparar os danos deixados por seu antecessor?
Fonte: Trivela
