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A seleção inglesa seguiu com sua rotina de preparação para a Copa do Mundo de 2026 neste sábado, derrotando a Nova Zelândia por 1 a 0 em amistoso disputado no Raymond James Stadium, nos Estados Unidos. Mas o que mais chamou atenção não foi apenas o resultado, e sim as ousadas escolhas táticas do técnico Thomas Tuchel em campo.
Buscando explorar novas possibilidades antes do torneio mais importante do futebol, Tuchel aproveitou o jogo para testar formações e escalações criativas. Pela primeira vez, Harry Kane e Ollie Watkins atuaram juntos como dupla de ataque, uma combinação histórica entre dois centroavantes tradicionais que a Inglaterra ainda não havia experimentado oficialmente.
As experimentações não pararam por aí. O treinador alemão também decidiu deslocar Jarell Quansah, zagueiro de origem, para atuar na lateral-direita. Do outro lado, Djed Spence ocupou a lateral-esquerda, mesmo sendo naturalmente destro. Essas mudanças refletem a necessidade de Tuchel em conhecer melhor as capacidades versáteis de seus jogadores.
Durante a partida, os Três Leões apresentaram um futebol controlado com posse de bola dominante. O esquema utilizado foi um 4-2-3-1, com Morgan Rodgers atuando como meia-atacante e Watkins recuado para a ala direita, deixando a composição ainda mais criativa e flexível.
Embora o ritmo tenha sido moderado — característica comum em amistosos de preparação — a Inglaterra manteve a eficiência ofensiva necessária para sair com a vitória. Com este resultado, a equipe segue em seu planejamento estratégico, restando apenas um amistoso antes de chegar à Copa de 2026.
As escolhas de Tuchel sugerem que a Inglaterra está em busca de versatilidade e criatividade tática para surpreender os adversários no maior palco do futebol. Enquanto isso, Nova Zelândia segue sua própria jornada preparatória, acumulando experiência para o torneio.
Fonte: Trivela
