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A Seleção Brasileira entra em campo neste sábado (13) contra Marrocos em Nova Jersey para dar início à sua jornada na Copa do Mundo de 2026. Porém, nos bastidores, um assunto ganha destaque entre técnicos e comentaristas: a ausência de importantes goleadores históricos no elenco convocado por Dorival Júnior.
Enquanto Neymar segue como absoluto destaque ofensivo com seus 79 gols — um abismo de diferença em relação aos demais —, e Lucas Paquetá integra o plantel com 13 tentos, três nomes de peso ficam fora do torneio. Philippe Coutinho (21 gols), Gabriel Jesus (19) e Roberto Firmino (17) são baixas significativas que revelam uma fragilidade na linha de frente brasileira.
Gabriel Jesus, porém, merece atenção especial nesta análise. O atacante, atualmente no Arsenal, segue como o quarto maior goleador em atividade da Seleção, um número surpreendente considerando sua exclusão do projeto. Para um jogador que ainda pertence a um clube de primeira linha europeia e mantém excelente nível técnico, a ausência levanta questões sobre as prioridades táticas e estratégicas da comissão técnica.
A realidade é que a Seleção vive um momento delicado na construção ofensiva. A dependência excessiva de Neymar — que mesmo sendo o grande destaque, convive com questões físicas — expõe vulnerabilidades que poderiam ser minimizadas com a presença desses jogadores experientes e rodados em competições internacionais.
O torneio ainda está no começo, e há tempo para que a equipe demonstre sua capacidade de criação de oportunidades e conversão de gols. Mas é inegável que decisões como a exclusão de Gabriel Jesus deixam um rastro de incerteza sobre as escolhas que cercam esse processo de renovação tática da Seleção Brasileira.
Fonte: Bolavip Brasil
