Foto: Anastasia Shuraeva / Pexels
O Cruzeiro está enfrentando um verdadeiro pesadelo no departamento médico do futebol feminino. A Raposa chegou à marca alarmante de seis atletas afastadas por lesão no ligamento cruzado anterior (LCA) em 2026, um cenário que compromete mais de 20% do elenco celeste e acende o sinal de alerta na comissão técnica.
O problema começou ainda na temporada passada, quando Sandoval foi a primeira a sofrer com o rompimento do LCA. A meio-campista segue em processo de recuperação e tenta se recolocar nos gramados, mas seu retorno ainda permanece incerto. Já no novo ano, a situação piorou consideravelmente.
Logo após o diagnóstico de Millene, quem também sofreu a mesma lesão, o Cruzeiro confirmou o rompimento do ligamento cruzado anterior de Gaby Soares em sequência preocupante. A frequência com que essas lesões têm aparecido em um intervalo tão curto causou inquietação no clube e levanta questões importantes sobre o trabalho de prevenção e preparação física do elenco.
Com mais de 20% do plantel fora das atividades, a situação é tratada como incomum dentro do planejamento esportivo celeste. Essa quantidade significativa de ausências prejudica não apenas a rotatividade tática do treinador, mas também afeta o ritmo e a continuidade do trabalho desenvolvido durante a temporada.
A concentração de lesões de LCA em um curto espaço de tempo desperta preocupações legítimas: será que há problemas no programa de prevenção? Os métodos de treinamento estão adequados? A estrutura de preparação física consegue acompanhar as demandas físicas exigidas?
O Cruzeiro precisará intensificar seus protocolos de cuidado com as atletas enquanto trabalha na reabilitação das lesionadas. Afinal, a qualidade do elenco feminino cruzeirense é reconhecida, e esse período de crise não pode se prolongar indefinidamente.
Fonte: Bolavip Brasil
