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A estreia da Seleção Brasileira sob o comando de Carlo Ancelotti deixou mais dúvidas do que respostas, especialmente quanto ao futuro de Endrick no time. O empate contra Marrocos em Nova Jersey expôs não apenas falhas táticas do time canarinho, mas também uma hierarquia ofensiva que relega o ex-Palmeiras a um papel secundário.
De acordo com informações do jornalista Bruno Andrade da ESPN, o treinador italiano posiciona Endrick como “última opção” no setor de ataque, ficando atrás de Igor Thiago e Matheus Cunha na preferência. A revelação surpreende considerando o potencial do jogador e o clamor da torcida em solo americano.
No duelo contra os marroquinos, milhares de torcedores pediram a entrada do jovem talento nas arquibancadas de Nova Jersey. No entanto, Endrick permaneceu aquecendo no banco durante toda a partida. Questionado sobre a escolha na coletiva de imprensa, Ancelotti não apreciou o questionamento direto e desviou a resposta com uma visão mais ampla.
“Eu não estou aqui para falar individualmente de um jogador, falo da equipe. A equipe no primeiro tempo não jogou bem, no segundo tempo foi melhor”, respondeu o italiano de forma evasiva, sinalizando que não pretende justificar suas escalações individualmente.
A verdade é que o Brasil desperdiçou uma oportunidade de ouro ao não vencer Marrocos. Com o empate, a Seleção perdeu a chance de começar a competição com os três pontos de forma categórica. Ancelotti admitiu que sua equipe deveu mais em determinados momentos da partida, reconhecendo que ainda há muito trabalho a ser feito.
Para Endrick, a situação representa um desafio mental. Depois de brilhar no Palmeiras e de sua transferência para a Europa, o atacante esperava por mais oportunidades em um projeto novo da Seleção. A realidade, porém, mostra que ele precisará conquistar sua posição na equipe de forma gradual, longe dos holofotes que imaginava.
Fonte: Bolavip Brasil
