Foto: Franco Monsalvo / Pexels
A seleção suíça deu um show de eficiência nesta quinta-feira e goleou a Bósnia-Herzegovina por 4 a 1, colocando um pé praticamente garantido na fase eliminatória da Copa do Mundo de 2026. A partida, disputada na Califórnia, foi praticamente um treino até o intervalo, mas ganhou vida de forma espetacular quando o técnico Murat Yakin decidiu mexer no time.
O jogo caminhava para um dos piores cenários possíveis: um monótono 0 a 0 que não serviria para ninguém. No entanto, aos 71 minutos, Yakin promoveu uma tripla substituição que transformou completamente o panorama da partida. A entrada de Johan Manzambi, Rubén Vargas e Djibril Sow injetou criatividade, dinâmica e objetividade no ataque suíço.
O grande astro da noite foi Johan Manzambi, jovem meia do Freiburg apontado como uma das maiores promessas do futebol europeu. Saindo do banco, o atleta marcou dois gols e se colocou como candidato forte para ocupar um lugar entre os titulares no próximo confronto decisivo. Sua atuação impressionante pode ter definido não apenas o resultado da partida, mas também a estratégia suíça para os próximos compromissos.
Com essa vitória dominante no Grupo B, a Suíça se aproxima significativamente da classificação para a próxima fase. O confronto decisivo contra o Canadá, marcado para o dia 24 de janeiro às 16h (horário de Brasília), será praticamente uma final antecipada. Uma vitória praticamente garante a vaga, enquanto qualquer outro resultado deixaria tudo ainda em aberto.
A lição que fica dessa partida é simples: o técnico Yakin conhece bem seu elenco e sabe exatamente quando e como utilizá-lo. As mudanças no banco de reservas funcionaram como uma injeção de ânimo, provando que o futebol moderno não vive apenas de titulares, mas de alternativas bem executadas. Manzambi, agora, é praticamente inarredável para a sequência da campanha suíça.
Fonte: Trivela
