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A Alemanha chega à Copa do Mundo 2026 com uma missão clara: tirar a seleção do buraco em que se meteu. Afinal, foram duas edições consecutivas fracassadas, eliminadas já na fase de grupos. Agora, no torneio que será disputado em Canadá, Estados Unidos e México, os alemães apostam em reconstrução e esperança renovada.
Julian Nagelsmann assume como terceiro técnico desde 2018, trazendo na bagagem experiências de peso no RB Leipzig e Bayern de Munique. Uma de suas decisões mais polêmicas foi a convocação de Manuel Neuer, o lendário goleiro que havia anunciado aposentadoria da seleção após a Eurocopa de 2024 — justamente quando Nagelsmann comandava a equipe.
Mas o grande trunfo do treinador está na formação de um elenco alicerçado nos destaques do Bayern de Munique, seu antigo clube. Essa conexão pode ser fundamental para uma equipe que precisa reencontrar a coesão e a confiança perdidas nos últimos anos.
Bastian Schweinsteiger, ídolo bávariano e campeão mundial em 2014, acredita que a Alemanha possui os ingredientes certos para voltar ao topo. O veterano enxerga na atual geração um potencial muitas vezes subestimado, especialmente com a mistura entre jogadores experientes e promessas que brilham no futebol europeu.
A receita de Schweinsteiger é simples, mas exigente: unidade, confiança no trabalho de Nagelsmann e aproveitamento máximo da qualidade individual disponível. Para um país acostumado a disputar títulos e não apenas participar, essa pode ser exatamente a dose de realismo que faltava.
A Alemanha ainda carrega o peso das decepções recentes, mas com Neuer de volta às redes e o elenco mais coeso do que nunca, a velha guarda do futebol europeu promete fazer barulho no próximo Mundial.
Fonte: Trivela
