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Gianni Infantino, presidente da Fifa, sinalizou que a entidade está aberta para explorar a possibilidade de expandir a Copa do Mundo masculina de 32 para 64 seleções. A decisão sobre a reformulação do torneio mais importante do futebol mundial será analisada em detalhes após a edição de 2026, que será realizada nos Estados Unidos, México e Canadá.
O dirigente máximo da Fifa justifica a mudança com um argumento que ressoa no coração dos apaixonados pelo futebol: a necessidade de que o esporte seja “para o mundo todo”. Essa declaração reflete a intenção de democratizar o acesso à principal competição do planeta, permitindo que mais nações tenham a chance de participar da festa máxima do futebol.
A ampliação traria mudanças significativas no formato do torneio. Com 64 seleções, seria possível criar uma fase inicial mais equilibrada, eliminando o tradicional sistema de grupos de quatro times que conhecemos há décadas. A nova estrutura poderia gerar mais confrontos, mais emoção e, consequentemente, mais receita para a Fifa.
Para o futebol brasileiro, essa transformação abriria novas possibilidades. Embora o Brasil seja um dos favoritos em qualquer edição, a expansão do torneio poderia facilitar a caminhada de seleções emergentes e ainda ofereceria mais oportunidades para que pequenas nações sonhem em participar do maior palco do futebol.
Porém, a proposta também divide opiniões. Críticos argumentam que aumentar o número de participantes poderia diluir a qualidade do torneio, gerando jogos menos competitivos e diminuindo a relevância de cada partida. Além disso, questões logísticas e financeiras para os países-sedes também precisam ser consideradas.
O fato é que a Copa do Mundo segue em evolução constante. Primeiro foi a expansão de 16 para 32 times em 1998, depois a tentativa com 48 seleções em 2022. Agora, 64 times podem ser a próxima fronteira. Enquanto isso, o futebol aguarda para ver se essa revolução realmente acontecerá.
Fonte: BBC Sport Football
