Foto: Franco Monsalvo / Pexels
A Argentina segue em busca do tetra da Copa do Mundo, e Lionel Scaloni já colocou as cartas na mesa com sua convocação. O técnico manteve a base vitoriosa do Catar — 17 campeões do mundo anterior — mas trouxe oito estreantes para competição na América do Norte. Mas nem tudo foi consenso na seleção argentina.
As ausências causaram mais barulho do que as presenças. Marcos Acuña, que disputou seis dos sete jogos na conquista de 2022, ficou fora da lista mesmo em excelente momento pelo River Plate. A exclusão do lateral deixou muitos questionando as decisões do comando técnico.
Mas Acuña não é o único surpreso com a porta fechada. Emiliano Buendía, que brilhou na Liga Europa pelo Aston Villa como figura central, não recebeu o chamado. Marcos Senesi, pilar defensivo do Bournemouth em sua histórica campanha de acesso à Uefa, também ficou de fora. E Franco Mastantuono, joia das categorias menores contratada pelo Real Madrid para o futuro, não integra o elenco.
Por outro lado, Scaloni optou por incluir nomes como Facundo Medina, Valentín Barco, Giovani Lo Celso e o atacante Flaco López — escolhas que geraram debate entre analistas e torcedores sobre as reais motivações do treinador.
A verdade é que toda convocação é polêmica quando há talentos brilhando no exterior sem receber oportunidades. O futebol argentino, apesar dos últimos sucessos, continua gerando questões sobre critérios de seleção e timing de desenvolvimento de atletas. Scaloni tem seus métodos consolidados, mas nem sempre eles agradam a gregos e troianos.
A prova de fogo virá em campo. Se a Argentina conquistar o tricampeonato consecutivo, essas escolhas estarão mais que justificadas. Se não conseguir, certamente Scaloni terá que explicar cada uma delas.
Fonte: Trivela
