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A lateral direita da Seleção Brasileira segue em aberto. Depois de décadas marcadas pela excelência de Cafu e Daniel Alves, a posição não tem um nome cristalizado para os próximos desafios do Brasil. Neste cenário de incerteza, um jovem maranhense de apenas 22 anos ganha força nos planos de Carlo Ancelotti: Wesley França, promissor lateral da Roma que vem chamando atenção na Itália.
O que torna o caso de Wesley particularmente intrigante é sua adaptação tática na Europa. Na Serie A, o brasileiro tem atuado como ala, expandindo seu arsenal técnico além do tradicional papel defensivo de lateral. Esta transformação ofensiva pode ser exatamente o que Ancelotti busca para modernizar a defesa da Seleção, especialmente considerando as demandas do futebol contemporâneo que exige polivalência dos defensores.
Aos 22 anos, Wesley representa o perfil de jogador que a confederação tem apostado nos últimos ciclos: jovem, versátil e com experiência em campeonatos de elite europeu. Sua atuação na Roma, um dos principais clubes italianos, oferece uma credencial importante para quem almeja ganhar espaço em uma Seleção que se prepara para mais um Mundial.
O cenário é favorável ao maranhense. A ausência de um lateral direito consolidado abre espaço para competição, e Wesley, aos poucos, vem ganhando credibilidade tanto no clube quanto no radar de Ancelotti. A Copa do Mundo na América do Norte será uma oportunidade única para o jovem defender as cores brasileiras em seu patamar máximo.
Resta saber se a adaptação europeia, que o transformou também em ala, não prejudicará seu desempenho defensivo quando chegar o momento de defender a lateral direita da Seleção. Por enquanto, Wesley segue como o principal candidato para preencher um vácuo que o Brasil carrega há alguns anos.
Fonte: Folha Esporte
