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A tecnologia voltou a ser decisiva nas quartas de final da Copa do Mundo. O atacante Breel Embolo, da Suíça, recebeu o segundo cartão amarelo e foi mandado para o banco aos 27 minutos do segundo tempo no confronto contra a Argentina, após o árbitro português João Pinheiro ser acionado pelo VAR para rever um lance polêmico.
Tudo começou quando Embolo caiu na área após um suposto contato com Leandro Paredes, no meio de campo. O árbitro de campo sinalizou a falta e advertiu o meia argentino com cartão amarelo. Porém, a intervenção do VAR revelou a verdade: não havia nenhum toque do jogador argentino no atacante suíço, que simulou desavergonhadamente a infração.
Após analisar o replay, João Pinheiro reverteu sua decisão, anulou a falta sofrida por Embolo e, mais importante, puniu a simulação com o segundo cartão amarelo, expulsando o jogador suíço do jogo. Vale lembrar que o atacante já havia recebido seu primeiro cartão aos 43 minutos do primeiro tempo, quando cometeu uma falta violenta no próprio Paredes.
O episódio ilustra perfeitamente como o VAR se consolidou como ferramenta fundamental para garantir a justiça nos grandes compromissos. A simulação descarada de Embolo, longe de passar despercebida como poderia acontecer no passado, foi identificada e punida conforme as regras do jogo preveem.
Este tipo de decisão reforça o respeito ao futebol e desestimula atitudes antidesportivas. A queda numérica afetou significativamente a Suíça no decorrer da partida, demonstrando como infrações e comportamentos inadequados podem custar caro em competições de alto nível como a Copa do Mundo.
O lance também serve como lição para atletas que insistem em recorrer à simulação como tática de jogo. Com a tecnologia avançada disponível, o risco de ser descoberto é praticamente certo.
Fonte: Gazeta Esportiva
