Foto: Franco Monsalvo / Pexels
A Argentina chega à Copa do Mundo de 2026 como campeã e favorita, mas Lionel Scaloni não toma nem uma decisão tática sem antes conversar com Lionel Messi. A confissão do técnico revela como a lenda do futebol argentino permanece influente nos bastidores da seleção, mesmo com sua carreira em declínio.
Depois de conquistar o título do Catar em 2022 e a Copa América em 2024, a Albiceleste segue como uma das equipes mais consistentes do planeta. Scaloni transformou a desconfiança inicial em credibilidade absoluta, consolidando um projeto vencedor que transcende o campo.
A preparação para o Mundial segue intensa. A Argentina enfrentará Honduras no próximo sábado (06) e a Islândia na terça-feira (09) em amistosos preparatórios, antes de estrear oficialmente contra a Argélia em 16 de junho. Esses confrontos servirão para afinar a máquina azul-e-branca, que chega ao torneio com objetivo claro: defender o título conquistado há quatro anos.
O que impressiona é como Scaloni evoluiu desde sua chegada em 2019. Ninguém acreditava em um técnico que nunca havia comandado profissionalmente. O antigo lateral-esquerdo, porém, provou que autoridade e credibilidade transcendem currículos. Construiu um elenco equilibrado, com lideranças bem definidas e uma identidade tática clara.
A parceria com Messi funciona como um sistema de checks and balances. Enquanto Scaloni comanda as operações no banco, o craque oferece perspectiva de veterano, experiência de alguém que já venceu tudo no futebol. É uma consultoria de luxo que a maioria das seleções gostaria de ter.
Com esse tipo de estrutura, a Argentina segue como potência máxima para 2026. Defender o título não é tarefa simples, mas com Messi nos bastidores e Scaloni tocando o jogo, a Albiceleste tem argumentos de sobra para sonhar com o tricampeonato.
Fonte: Trivela
