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Lionel Messi entrou para a história do futebol mundial ao ultrapassar a marca de 18 gols em Copas do Mundo, conquistando o título de maior artilheiro da competição. Um feito extraordinário que consolida a genialidade do craque argentino nos palcos mais importantes do planeta.
Porém, quando o assunto muda para eficiência e média de gols por partida, a história ganha novos personagens. Em análise mais detalhada, Messi aparece atrás de outros gigantes históricos do futebol quando se considera apenas jogadores com pelo menos dez tentos marcados em Mundiais.
O húngaro Sándor Kocsis lidera disparado esse ranking de eficiência. Vice-campeão em 1954, o atacante marcou 11 gols em apenas cinco partidas, alcançando impressionantes 2,20 gols por jogo. Na sequência vem o francês Just Fontaine, que balançou as redes 13 vezes em seis partidas na Copa de 1958, com média de 2,17.
Entre os jogadores que participaram de múltiplas edições do torneio, Gerd Müller figura como destaque. O lendário atacante alemão, campeão em 1974, anotou 14 gols em 13 partidas, mantendo uma média sólida de 1,08 gol por encontro.
Mbappé também merece destaque especial nessa análise. O francês, ainda em construção de sua carreira internacional, já alcançou 16 tentos em Copas e segue com números impressionantes que o colocam entre os mais eficientes da história.
O levantamento não tira o brilho do feito de Messi, que consolidou sua aposentadoria da seleção argentina como lenda absoluta. Afinal, manter a consistência ao longo de múltiplas Copas é ainda mais desafiador do que explodir em uma única edição. O recorde de 18 gols segue sendo monumental e inquestionável.
Fonte: Gazeta Esportiva
