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Portugal não é mais um escuro da competição. A seleção portuguesa vive um momento de ascensão impressionante no futebol europeu, e a prova disso está estampada nos gramados de Paris.
A dominância lusa no PSG é inegável. Na final da Champions League de 2026, a equipe parisiense terá mais representantes portugueses em sua escalação inicial do que qualquer outra nação. E isso não é coincidência — foi exatamente assim quando Luis Enrique conquistou o título em 2025. Portugal fornece talento de ponta para um dos maiores clubes do mundo.
Para Cristiano Ronaldo, a próxima Copa do Mundo representa muito mais que uma oportunidade. É potencialmente seu último lance de glória na competição que definiu sua carreira. Com uma seleção em ascensão e um elenco cada vez mais robusto, as condições nunca foram tão favoráveis para o craque português deixar sua marca na Copa.
Mas há um detalhe crucial que não pode ser ignorado: Roberto Martínez, técnico de Portugal, enfrentará um desafio delicado. Como gerenciar um jogador lendário, ainda determinado a brilhar, em um projeto coletivo que desponta como real candidato ao título? Ronaldo ainda tem fôlego, ainda quer vencer — mas sua gestão será fundamental para o sucesso português.
A realidade é que Portugal transformou-se em potência. Não pelo brilho de um único jogador, mas por um projeto estruturado que desenvolveu talentos em sequência. Ronaldo pode ser o tempero que faltava nessa receita vencedora.
Se Martínez conseguir encontrar o equilíbrio perfeito entre usar a experiência e a ambição de Ronaldo sem sobrecarregar o camisa 7, Portugal pode muito bem surpreender o mundo. E para Cristiano, seria o desfecho de conto de fadas que sua carreira merecia.
Fonte: Sky Sports Football
