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A Costa do Marfim respirou aliviado nesta semana após conseguir reverter a negação de entrada ao Canadá para o atacante Elye Wahi. O jogador, que havia sido impedido de entrar no país, agora está liberado para participar do próximo compromisso da seleção marfinense pelas Eliminatórias da Copa do Mundo.
O imbróglio envolvendo questões de visto deixou a comissão técnica da Costa do Marfim em alerta máximo nos últimos dias. A federação ivoriana precisou intervir diplomaticamente para resolver a situação e garantir que seu principal artilheiro pudesse se juntar ao elenco em solo canadense.
Para quem acompanha o futebol africano, esse tipo de problema é mais comum do que se gostaria de admitir. Questões burocráticas com vistos e documentação frequentemente causam dor de cabeça para seleções que precisam se deslocar para competições internacionais, criando instabilidade justamente quando o time deveria estar focado apenas no aspecto técnico-tático.
Wahi é um dos destaques do elenco marfinense e sua presença é fundamental para as pretensões ofensivas do time. A liberação para participar do jogo representa uma vitória importante não apenas para o jogador, mas para todo o projeto de qualificação da Costa do Marfim.
A situação exemplifica os desafios enfrentados pelas confederações africanas na organização de suas campanhas em Eliminatórias. Enquanto algumas potências europeias e sul-americanas lidam com esses processos de forma mais expedita, seleções do continente africano frequentemente precisam de mais tempo e esforço diplomático.
Agora, com Wahi confirmado no plantel, a Costa do Marfim pode finalmente se concentrar exclusivamente em seu objetivo: conquistar os três pontos no Canadá e manter viva sua esperança de chegar à próxima Copa do Mundo.
Fonte: BBC Sport Football
