Foto: Franco Monsalvo / Pexels
A Copa do Mundo de 2026, que será disputada nos Estados Unidos, Canadá e México, promete emoções dentro de campo. Mas fora dele, a competição já começa a se destacar por outro motivo: a qualidade visual das camisetas das seleções.
Sabemos que conquistas históricas ganham contornos ainda mais memoráveis quando vestidas com uniformes impecáveis. O Brasil tricampeão em 1994 e a França campeã em 1998 são exemplos clássicos de como a estética da camisa complementa a glória das conquistas. Para 2026, há reais possibilidades de o campeão erguer a taça trajando um dos designs mais inspirados da história do torneio.
Contudo, nem tudo são cores e cortes perfeitos em uma Copa. A história do Mundial é repleta de uniformes questionáveis que marcaram época pelos motivos menos felizes. Algumas camisetas acabam virando sinônimos de falta de bom gosto, divisões de opinião entre torcedores e até constrangimento histórico.
A próxima edição do torneio não será diferente. Junto aos uniformes que promovem admiração e respeito, há também aqueles que deixarão os críticos de design desconfortáveis. A edição de 2026 pode muito bem adicionar à sua lista de camisetas pouco memoráveis alguns dos piores looks já vistos em um Mundial.
A Trivela, referência em análise de uniformes e história do futebol, fez um levantamento detalhado dos 10 melhores e 10 piores uniformes que vestem as seleções nesta Copa. A seleção brasileira divide opiniões entre torcedores e especialistas em design esportivo — há quem veja beleza, há quem critique as escolhas estéticas.
À medida que o torneio se aproxima, essas análises ganham importância para compreendermos como a indústria de material esportivo trabalha as identidades visuais das nações. Afinal, uma camisa de seleção é muito mais que tecido e cores: é representação, história e sonho de milhões de torcedores pelo mundo.
Fonte: Trivela
