Foto: Juliano Ferreira / Pexels
A Seleção Brasileira carrega uma mochila pesada para o duelo contra a Noruega neste domingo (5), no MetLife Stadium, em Nova Jersey, pelas oitavas de final da Copa do Mundo 2026. Em quatro confrontos disputados na história, o Brasil nunca conseguiu sair de campo com uma vitória contra os noruegueses – um tabu que assusta qualquer torcedor que acompanha a trajetória da equipe.
O retrospecto é desastroso: duas derrotas e dois empates compõem um histórico que poucos brasileiros gostam de lembrar. Para Carlo Ancelotti e seus comandados, quebrar essa sequência negativa não é apenas uma questão de vaidade – é a condição fundamental para continuar vivo na disputa pelo hexacampeonato mundial.
O encontro mais marcante entre as seleções aconteceu justamente em uma Copa do Mundo. No dia 23 de junho de 1998, no Stade Vélodrome em Marselha, as duas equipes se enfrentaram em uma partida que deixou cicatrizes na memória do futebol brasileiro. Desde então, o Brasil não conseguiu reverter esse cenário desfavorável, acumulando resultados que irritam a torcida celeste e amarela.
Diante desse cenário, a pressão sobre o elenco verde-amarelo é imensa. A Noruega, apesar de não ser considerada uma potência mundial no futebol, mostrou competência suficiente para causar problemas à Seleção ao longo dos anos. Neste confronto de mata-mata, qualquer tropeço pode significar adeus ao sonho de erguer mais uma taça.
Ancelotti sabe que sua equipe precisa colocar na conta a determinação, a técnica e a criatividade que sempre caracterizaram o futebol brasileiro. Deixar essa herança negativa para trás é essencial para manter vivas as esperanças de mais um título mundial. O desafio está lançado, e a hora é agora.
Fonte: Trivela
