Foto: Franco Monsalvo / Pexels
Lamine Yamal é indiscutivelmente o grande destaque da seleção espanhola para a próxima Copa do Mundo. Com apenas 18 anos, o jovem atacante chega ao torneio como uma das maiores promessas do futebol mundial, após uma temporada absolutamente brilhante vestindo a camisa do Barcelona. Mas há um detalhe que chama atenção dos torcedores: apesar de toda sua genialidade, Yamal não usará o número 10 pela Espanha.
Quem herdará a icônica camisa será Dani Olmo, um atleta mais experiente e que já consolidou sua importância na seleção. Para quem acompanha principalmente o futebol de clubes, a situação pode gerar confusão, afinal Yamal recentemente ganhou a 10 do Barcelona — um dos números mais sagrados da história do esporte, carregado de tradição e significado.
A decisão, porém, não está relacionada a desempenho, prestígio ou preferência da comissão técnica espanhola. Ao contrário do que muitos possam imaginar, existe uma regra interna na Federação Espanhola que rege a distribuição de números nos períodos de competição internacional.
Esse cenário ilustra bem como as seleções funcionam diferente dos clubes. Enquanto no Barcelona a 10 é praticamente uma coroa para o melhor jogador da equipe, na Espanha a lógica pode ser outra. A estrutura das seleções nacionais prioriza frequentemente a experiência, a antiguidade e o histórico de cada atleta na competição.
Yamal, apesar da pouca idade, já é considerado um fenômeno precoce. Sua qualidade técnica impressiona até mesmo veteranos do futebol europeu. Porém, usar a 7 ou qualquer outro número não diminui em nada seu potencial de fazer uma Copa extraordinária.
O que realmente importa agora é como o jovem talento do Barcelona vai se comportar sob pressão no maior palco do futebol mundial, seja qual for o número em seu peito.
Fonte: Trivela
