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O Manchester City viveu uma verdadeira revolução em sua estrutura para a temporada 2025/26. Além da saída de Pep Guardiola para dar lugar a Enzo Maresca no comando técnico, o clube inglês precisou fazer ajustes significativos em seu elenco. Uma das maiores surpresas foi a negociação de Tijjani Reijnders, que não conseguiu se firmar no Etihad Stadium.
O meia holandês chegou ao Manchester City vindo do Milan em junho de 2025 por 46,5 milhões de libras, uma quantia considerável que representava esperança de reforço de qualidade. Contudo, o rendimento do europeu não acompanhou as expectativas criadas. Com isso, os Citizens buscaram se desfazer do investimento, negociando o jogador com o Al-Qadsiah por 52 milhões de libras — um ganho financeiro que ameniza a decepção esportiva.
O que poucos sabiam é que Reijnders tinha várias opções na Europa antes de embarcar para a Arábia Saudita. Em entrevista exclusiva ao jornal holandês Algemeen Dagblad, o pai do jogador, Martin Reijnders, revelou que gigantes do continente bateram na porta do atleta. Atlético de Madrid e Juventus eram as principais candidatas, acompanhadas por Galatasaray, Newcastle e Nottingham Forest — todos dispostos a apostarem no talento do holandês.
A escolha de Reijnders pelo Al-Qadsiah, portanto, não foi uma questão de falta de alternativas de prestígio. Provavelmente, questões financeiras e a possibilidade de ser protagonista em um projeto ambicioso no futebol saudita pesaram na decisão. Atlético de Madrid e Juventus teriam oferecido papéis menos centrais, enquanto o clube saudita promete ser o grande destaque do jogador.
O episódio evidencia como o futebol europeu de elite está cada vez mais interconectado com o mercado asiático. Onde antes havia apenas saídas para encerrar carreiras, hoje há projetos competitivos que atraem jogadores em seu auge. Reijnders é apenas mais um exemplo dessa tendência crescente.
Fonte: Trivela
