Foto: Lajos Kristóf Kántor / Pexels
O Real Madrid viveu a temporada 2025/26 como um verdadeiro pesadelo. Não foi apenas uma questão de resultados ruins — o clube terminou sem conquistar LaLiga, Champions League, Copa do Rei e Supercopa da Espanha. O problema ia muito além dos números: o vestiário merengue virou um cenário de guerra, com conflitos entre técnico e jogadores e até brigas físicas entre os próprios atletas.
Esse caos institucional não afetou somente o elenco do Bernabéu naquela temporada. Os efeitos colaterais alcançaram seleções de diversos países na reta final de preparação para a Copa do Mundo de 2026. Pelo menos seis jogadores que teriam espaço garantido em suas delegações ficaram fora das convocações finais, vítimas diretas dessa turbulência madridista.
A situação ficou tão grave que a Espanha fará história — e não da melhor forma. Pela primeira vez em sua história, os espanhóis disputarão um Mundial sem contar com nenhum jogador do Real Madrid no elenco. Uma marca que parecia impossível alguns anos atrás, quando o clube espanhol era praticamente sinônimo de seleção ibérica.
Franco Mastantuono, a jovem promessa argentina que chegou ao Bernabéu com grande esperança, é um dos nomes que sofreu as consequências do desastre merengue. O atacante perdeu espaço e confiança durante a temporada caótica, complicando sua situação na luta por uma vaga na seleção argentina para o torneio de 2026.
Outros talentos que poderiam estar em destaque nos preparativos das seleções também viram suas oportunidades diminuírem significativamente. A instabilidade no clube espanhol criou um ambiente tóxico que prejudicou o desenvolvimento e a continuidade desses atletas em suas respectivas delegações.
Este é um exemplo claro de como problemas administrativos e de gestão dentro de um clube podem transpor os muros do campo e afetar competições internacionais. O Real Madrid, antes sinônimo de excelência, deixou um rastro de danos que ainda será sentido pelas seleções na Copa do Mundo.
Fonte: Trivela
