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Depois de meses de especulação, o Milan finalmente colocou um ponto final na história de Rafael Leão. O atacante português fechou com o Galatasaray, encerrando uma negociação que se arrastava desde o fim da temporada passada. Mas para os torcedores rossoneri, o trabalho no mercado está longe de terminar.
Com apenas alguns dias restantes na janela de transferências europeia, o clube italiano corre contra o relógio para cumprir sua agenda ambiciosa. A direção milanista estabeleceu como meta a saída de sete jogadores — um movimento estratégico para liberar espaço no elenco que será comandado por Ruben Amorim e, principalmente, desbloquear recursos financeiros para novos reforços.
Até o momento, além de Leão, apenas Samuele Ricci foi sacado do elenco, emprestado ao Como. A diferença é que o jovem meia segue vinculado ao Milan, enquanto o português se foi definitivamente. Agora, a prioridade máxima é encontrar um novo destino para Santiago Giménez.
O atacante mexicano está disponível no mercado, mas não faz parte dos planos do técnico Ruben Amorim para este projeto. A sua saída é fundamental para que os Diavolos consigam alçar voo em suas ambições de mercado e, consequentemente, aliviar a volumosa folha de pagamentos.
O cenário é típico das grandes operações milanistas: mudar o elenco para caber no orçamento, gerar receita com vendas e, ao mesmo tempo, equilibrar o projeto esportivo com a realidade financeira. Ruben Amorim herdou uma missão complexa, que vai muito além de questões técnicas.
Resta saber se o Milan conseguirá destravar esses três grandes objetivos nos próximos dias. Se conseguir, terá recursos para dar os últimos retoques em um elenco que promete ser competitivo. Do contrário, o clube seguirá fazendo ajustes no meio do caminho.
Fonte: Trivela
