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O Manchester City continua queimando dinheiro no mercado de transferências. Ultrapassou a marca impressionante de 500 milhões de euros — mais de R$ 3 bilhões — investidos nesta janela, mas nem tudo saiu conforme o planejado. A defesa recebeu reforços, porém a posição de centroavante segue descoberta após a saída de Omar Marmoush, emprestado ao Tottenham.
O problema é delicado. Erling Haaland, o camisa 9 do City, vem sofrendo com lesões recorrentes e, pior ainda, enfrenta jejuns ofensivos preocupantes, especialmente na reta final das temporadas quando o calendário fica apertado. Sem um substituto de peso no elenco, o técnico Enzo Maresca — responsável por praticamente todas as movimentações do clube inglês nesta janela — precisava apresentar uma alternativa criativa.
E a solução apareceu. Maresca identificou que alguns jogadores do elenco têm capacidade técnica para atuar improvisados na função de centroavante quando necessário. A estratégia aposta na versatilidade e na criatividade tática para contornar a falta de um 9 de ofício como substituto direto de Haaland.
A decisão revela tanto a confiança de Maresca na qualidade geral do plantel quanto a realidade orçamentária do clube. Mesmo com centenas de milhões de euros gastos, às vezes é impossível encontrar exatamente o que se procura no mercado — e quando encontra, o preço torna a operação impraticável.
Agora, tudo depende de como Haaland responde fisicamente nas próximas semanas. Se o norueguês conseguir manter a regularidade, o City provavelmente conseguirá virar essa página. Mas se novas lesões surgirem, a falta de um reserva confiável pode custar caro na luta pelos títulos.
Fonte: Trivela
