Foto: Franco Monsalvo / Pexels
O Manchester City está revolucionando sua base com uma estratégia que promete identificar e desenvolver o próximo grande gênio do futebol mundial. Tudo isso graças à tecnologia de inteligência artificial, que agora integra o cotidiano da academia do clube inglês.
Segundo Thomas Krucken, diretor da academia dos Citizens, o projeto batizado de “Future Player 2.0” representa um avanço significativo na formação de talentos. A iniciativa surgiu da necessidade de aprimorar ainda mais os processos já consolidados nas categorias de base, focando especialmente no desenvolvimento individualizado de cada promessa.
A IA não vem para substituir o trabalho de olheiros e treinadores, mas para potencializá-lo. O sistema analisa detalhadamente o desempenho dos jovens jogadores, identificando pontos fortes e fracos com precisão que o olho humano, ainda que treinado, não consegue alcançar. Esses apontamentos servem como base para personalizar o treinamento de cada atleta, maximizando seu potencial.
É uma aposta ousada, típica do Manchester City que, sob a gestão de Pep Guardiola, nunca hesitou em investir em inovação. O clube inglês já comprovou sua capacidade de revelar talentos em seus últimos anos, e agora quer elevar isso a um novo patamar.
A visão é ambiciosa: preparar desde cedo um jogador capaz de conquistar a Bola de Ouro, o prêmio individual mais prestigiado do futebol. Com a IA como ferramenta estratégica, o City acredita poder criar um ambiente perfeito para que a próxima geração de superastros brote de suas categorias de base.
É uma demonstração clara de como a tecnologia segue transformando o futebol moderno, não apenas em campo, mas também nas instituições responsáveis por formar os campeões do futuro.
Fonte: Trivela
