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A seleção dos Estados Unidos chega à Copa do Mundo de 2026 com ambições históricas. Mandando a competição em casa, os americanos sonham em repetir ou superar suas melhores campanhas internacionais. O último grande feito data de 2002, quando surpreenderam o mundo ao chegar às quartas de final na Coreia do Sul e Japão — algo que não acontecia desde 1930, na edição inaugural do torneio.
Porém, nem todos compartilham do otimismo que toma conta dos Estados Unidos. Gary Lineker, ídolo inglês e artilheiro da Copa de 1986, foi absolutamente direto ao avaliar as reais possibilidades da equipe comandada por Mauricio Pochettino de levantar a taça.
O ex-jogador do Barcelona e Tottenham não deixou margem para dúvidas: segundo Lineker, os americanos simplesmente não têm chance alguma de vencer o mundial. Em entrevista, o lendário atacante revelou que recebe constantemente perguntas de torcedores americanos otimistas questionando as perspectivas de sua seleção, e sempre responde com a mesma franqueza brutal.
A crítica de Lineker reflete a realidade técnica. Apesar do investimento financeiro massivo e da maior visibilidade internacional do futebol nos EUA, o país ainda carece de tradição competitiva em Copas do Mundo. O elenco de Pochettino, embora competente, não se equipara aos favoritos tradicionais como França, Argentina, Inglaterra e até mesmo Alemanha e Espanha.
A seleção americano-mexicana espera que o fator casa funcione a seu favor — afinal, jogar em próprio solo sempre oferece vantagens psicológicas e logísticas. Ainda assim, as palavras contundentes de um dos maiores nomes do futebol europeu servem como um alerta: sonhos são legítimos, mas ilusões podem ser perigosas.
A Copa de 2026 dirá se Lineker estava certo ou se os americanos conseguirão fazer uma surpreendente zebra que surpreenderia até seus críticos mais severos.
Fonte: Trivela
