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Gianni Infantino consolidou seu posto como a figura mais influente do futebol global, a ponto de Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, referir-se a ele como “o rei do futebol”. A alcunha revela o alcance e o poder que o presidente da FIFA conquistou nos últimos anos, transformando-se em uma personalidade praticamente incontestável nas decisões que moldam o esporte.
Desde sua ascensão à presidência da entidade máxima do futebol, Infantino tem marcado presença em praticamente todas as grandes decisões que afetam o planeta bola. Suas escolhas sobre formatos de competições, expansões de torneios e negociações comerciais impactam diretamente clubes, confederações e bilhões de torcedores espalhados pelo mundo.
No entanto, esse poder absoluto também veio acompanhado de controvérsias. As decisões do suíço não são unânimes e frequentemente geram debates acalorados entre especialistas, dirigentes e apaixonados pelo futebol. Críticos apontam preocupações sobre transparência administrativa, conflitos de interesse e a direção que o esporte está tomando sob seu comando.
A influência de Infantino vai além do campo. Sua capacidade de articulação com líderes políticos mundiais, como evidenciado pelo reconhecimento de Trump, demonstra como o futebol transcendeu o âmbito esportivo para se tornar ferramenta de poder geopolítico. Isso reforça a ideia de que quem controla a FIFA detém uma influência comparável à de ministérios em muitos países.
A trajetória de Infantino ilustra uma realidade do futebol contemporâneo: a concentração de poder nas mãos de poucos decide os rumos de um esporte que move bilhões e paixões em todo o globo. Seja celebrado por revolucionários ou criticado por conservadores, o fato é que seu nome é sinônimo de comando absoluto no futebol mundial nos dias atuais.
Fonte: Folha Esporte
