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A França segue arrasando na Copa do Mundo e já tem os olhos postos no título. Nesta quinta-feira, os franceses demoliram o Marrocos por 2 a 0 e garantiram presença na semifinal pela terceira vez consecutiva. Com Didier Deschamps no comando, a seleção francesa atingiu o auge de sua geração e apresenta um futebol que parece praticamente perfeito neste momento.
Os números são impressionantes: melhor ataque do torneio, liderança em chances criadas e bolas na trave. Na defesa, apenas dois gols sofridos em toda a competição e a impressionante marca de não serem vazados em quatro dos seis jogos disputados. É um time equilibrado demais, praticamente sem qualquer brecha aparente.
Mas nem tudo é perfeição absoluta. Observadores atentos começam a notar detalhes importantes que podem passar despercebidos para muitos. Existe, sim, um ponto vulnerável que as seleções adversárias podem explorar estrategicamente. E ele está relacionado a uma mudança tática que aconteceu de forma quase desapercebida na lateral-esquerda do time francês.
Essa alteração pode ser a brecha que faltava para quem sonha em derrotar Mbappé e companhia. Enquanto a maioria dos analistas se maravilha com o desempenho ofensivo dos franceses, poucos estão mapeando essas mudanças defensivas que podem fazer toda diferença nos jogos decisivos.
A França continua sendo a grande favorita ao título, sem dúvida. Mas o futebol nos ensinou que times aparentemente imbatíveis podem cair quando enfrentam um adversário bem preparado e que conhece suas fraquezas. A questão agora é: quem terá coragem de explorar essa fragilidade na lateral-esquerda?
Fonte: Trivela
