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A Copa do Mundo de 2026 nos Estados Unidos, México e Canadá já está gerando especulações sobre um possível retorno do torneio à terra do tio Sam em 2038. E quem está alimentando essa ideia é ninguém menos que Donald Trump, que não esconde sua vontade de ver o Mundial disputado novamente em solo americano.
Durante a final do torneio, o presidente dos EUA foi bem direto em entrevista à Fox News: “temos que fazer isso de novo e temos que fazer enquanto eu estiver por perto”. Uma declaração que revela não apenas interesse político, mas também a determinação em colocar os Estados Unidos no mapa como uma potência na organização de megaeventos esportivos.
O cenário não é simples, porém. A edição de 2026 já enfrenta diversos desafios que podem impactar a experiência dos torcedores e das delegações. Os preços dos ingressos estão altos demais, fechando as portas para muitos aficionados pelo futebol. Além disso, as restrições à entrada de imigrantes no país e as ameaças de greve de trabalhadores criam um ambiente tenso para a realização do evento.
Mesmo assim, essas dificuldades não parecem afastar a ambição americana de uma segunda chance. Publicações internacionais como The Guardian já analisam a viabilidade de tal candidatura, destacando que administradores de diferentes setores avaliam positivamente a infraestrutura e o potencial econômico que uma Copa do Mundo geraria aos cofres americanos.
O que fica claro é que, para os Estados Unidos, sediar a Copa do Mundo não é apenas uma questão esportiva, mas também de prestígio e poder econômico. Se a candidatura se concretizar, será interessante acompanhar como a FIFA e o país lidarão com os pontos críticos que já afligem a edição de 2026.
Fonte: Trivela
