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Lionel Messi oficialmente ingressou no seleto clube dos bilionários do futebol mundial, alcançando um patamar que até pouco tempo parecia reservado apenas a Cristiano Ronaldo. E a história por trás dessa ascensão financeira começa de forma tão peculiar quanto a carreira do argentino: em um simples guardanapo.
Quando era apenas um adolescente promissor, Messi recebeu uma proposta do Barcelona que mudaria completamente o rumo de sua vida. O contrato, esboçado informalmente em um guardanapo — longe dos protocolos corporativos modernos — trazia uma cláusula verdadeiramente inovadora para a época: o clube catalão se comprometeria a arcar com todos os custos do tratamento hormonal necessário para potencializar o crescimento do jovem jogador.
Essa decisão do Barcelona em investir não apenas no talento, mas também na saúde e no desenvolvimento físico de Messi, mostrou-se uma das mais acertadas da história do clube. O menino argentino transformou-se no fenômeno que conhecemos, conquistando sete prêmios Ballon d’Or e levando a instituição catalã a glórias que poucos clubes experimentam.
A trajetória financeira que se seguiu — passando por Inter Miami e outras empresas associadas — consolidou a fortuna de Messi, permitindo-lhe alcançar a marca de bilhão de dólares em patrimônio líquido. Um feito que o coloca lado a lado com Cristiano Ronaldo, outro gigante que também ultrapassou essa barreira simbólica no futebol.
Ambos representam não apenas genialidade esportiva, mas também acuidade nos negócios. Enquanto Ronaldo construiu sua fortuna também através de patrocínios e investimentos, Messi consolidou seu patrimônio pela excelência em campo e decisões comerciais estratégicas.
O guardanapo que mudou tudo virou símbolo de como a visão correta no momento certo pode gerar consequências extraordinárias — tanto para o jogador quanto para as instituições que apostam nele.
Fonte: Folha Esporte
