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A França chega à Copa do Mundo como uma das principais favoritas ao título, e não é para menos. Com um ataque repleto de estrelas, os franceses prometem espetáculo ofensivo. Didier Deschamps apostará no Bola de Ouro Ousmane Dembélé e no experiente Kylian Mbappé, tricampeão mundial em 2018 e artilheiro do último torneio, para levar Les Bleus ao bicampeonato.
Porém, uma revelação recente do próprio Dembélé pode acender um alerta nos bastidores da delegação francesa. Em conversa com a imprensa, o atacante do PSG admitiu que se entende melhor com Michael Olise do que com seu companheiro de ataque Mbappé. A declaração levanta questões sobre a dinâmica tática que Deschamps pretende implementar no Mundial.
Apesar de brilhar pelo Paris Saint-Germain — atual campeão francês e finalista da Champions League nesta temporada —, Dembélé não desfrutou do papel de protagonista no ataque da França nos últimos dois Mundiais. Agora, com a oportunidade de ser uma das peças principais do time, o jogador deverá atuar em uma formação inédita preparada pelo técnico tricolor.
A novidade é que Mbappé deve ser posicionado de forma mais centralizada, enquanto Dembélé funcionará como ponta, acompanhado por Olise. Essa reconfiguração tática pode favorecer o entrosamento que o camisa 10 do PSG mencionou, permitindo fluidez na lateral e trocas de passes mais efetivas.
A questão que fica é: Deschamps conseguirá equilibrar o talento excepcional de Mbappé com a dinâmica revelada por Dembélé? O técnico francês terá de gerenciar egos e garantir que a dupla funcione em harmonia dentro de campo. Afinal, em um torneio como a Copa do Mundo, detalhes como entrosamento e química entre jogadores podem fazer a diferença entre o título e a eliminação precoce.
Fonte: Trivela
