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A segurança da Copa do Mundo de 2026 nos Estados Unidos já começou a preocupar as autoridades americanas. Em audiência no Congresso, o secretário de Segurança Interna do governo Trump, Markwayne Mullin, revelou que os drones representam a maior ameaça ao evento que terá início em 11 de junho próximo.
A confissão diante dos parlamentares americanos coloca os dispositivos aéreos não tripulados como prioridade número um entre os riscos identificados para o maior torneio de futebol do planeta. A preocupação vem em um contexto global de crescente utilização de drones para fins diversos, incluindo ações que podem comprometer a integridade de grandes eventos.
Com estádios lotados e multidões circulando pelas cidades-sede, a administração americana reconhece que o controle do espaço aéreo será fundamental para garantir que os torcedores, atletas e autoridades possam desfrutar da competição em segurança. A Copa de 2026 promete ser histórica, sendo a primeira vez que três países sediiam simultaneamente o torneio: Estados Unidos, México e Canadá.
O Brasil, que busca seu sexto título mundial, seguirá de perto esses desdobramentos. A delegação da Seleção Canarinha e os milhares de torcedores que se deslocarão para acompanhar a equipe precisarão estar cientes das medidas de segurança implementadas pelas autoridades americanas.
A revelação do governo Trump sugere que já existem estudos em andamento sobre protocolos de detecção e neutralização de drones nas proximidades dos estádios. Especialistas em segurança apontam que esse tipo de ameaça realmente cresceu nos últimos anos, exigindo tecnologia sofisticada e pessoal treinado para lidar com incidentes potenciais.
Enquanto isso, fãs de futebol ao redor do mundo aguardam com entusiasmo a maior festa do esporte mundial, confiando que as autoridades implementarão todas as medidas necessárias para um evento seguro e memorável.
Fonte: Folha Esporte
