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O futebol mundial já conhece um importante nome que não estará na disputa pela presidência da Fifa em 2027. Aleksander Ceferin, o poderoso mandatário da Uefa, confirmou publicamente que não será candidato nas eleições marcadas para março do próximo ano.
A declaração do dirigente esloveno foi feita de forma direta ao podcast britânico The Rest is Politics, fechando especulações que pairavam sobre a possibilidade de uma candidatura europeia ao comando máximo do futebol internacional.
A decisão de Ceferin é significativa porque o presidente da confederação europeia seria naturalmente um dos nomes mais fortes para disputar o cargo atualmente ocupado por Gianni Infantino. A Uefa representa o continente com maior tradição e poder financeiro no futebol mundial, o que tornaria qualquer candidato europeu extremamente competitivo.
Aos 59 anos, Ceferin segue à frente da Uefa desde 2016 e já enfrentou diversas polêmicas durante seu mandato, desde questões de governança até decisões controversas em competições internacionais. Sua escolha de não concorrer à Fifa pode estar ligada também ao seu compromisso de continuar focando na gestão europeia ou simplesmente a uma avaliação de que este não é o momento certo para tal empreitada.
Com essa porta fechada, a disputa presidencial de 2027 fica mais aberta. Outros nomes começam a ganhar força como potenciais candidatos, especialmente de confederações emergentes e de diferentes continentes que buscam diversificar o comando da instituição que há anos enfrenta críticas sobre transparência e governança.
A eleição será um momento crucial para definir os rumos do futebol internacional nos próximos anos, especialmente com a expansão de competições, mudanças nos calendários e questões envolvendo direitos humanos em países-sede.
Fonte: Folha Esporte
