Foto: Ludovic Delot / Pexels
Um dos grandes nomes da história recente da seleção espanhola vive um momento constrangedor às vésperas do maior evento do futebol mundial. Joan Capdevila, lateral-esquerdo que foi fundamental na conquista da Copa do Mundo de 2010, recorreu às redes sociais em um apelo desesperado: conseguir autorização para entrar nos Estados Unidos e acompanhar a final do torneio ao vivo.
O problema? Sua solicitação de ESTA (Sistema Eletrônico de Autorização de Viagem) foi negada pela imigração americana. A decisão inesperada impediu que o ex-jogador viajasse com seus filhos para acompanhar não apenas a final, mas também reencontrar-se com seus companheiros de 2010 e torcer pela seleção espanhola no maior palco do esporte.
“Acabaram de me comunicar que não posso viajar para a final com meus filhos porque meu ESTA foi negado. Alguém pode me ajudar com isso? Vocês não fazem ideia de como eu estava ansioso para estar lá com todos os meus companheiros daquele time campeão e com esta equipe”, desabafou Capdevila na plataforma digital.
A frustração do lateral é compreensível. Afinal, estamos falando de um jogador que viveu os momentos mais gloriosos do futebol espanhol, quando a ‘Roja’ conquistou três títulos internacionais consecutivos (2008, 2010 e 2012). Perder a oportunidade de estar presente em um momento histórico, especialmente quando a Espanha chega à final, representa mais que um simples contratempo burocrático.
O caso de Capdevila coloca em evidência as complexidades do sistema de imigração americano, que frequentemente afeta até mesmo personalidades públicas internacionais. O ESTA, apesar de parecer uma formalidade simples, pode ser negado por diversos motivos que nem sempre são claros aos solicitantes.
A comunidade de torcedores e antigos companheiros de Capdevila agora mobiliza-se nas redes sociais, na esperança de que uma solução seja encontrada e o campeão de 2010 consiga realizar seu sonho de estar presente na final.
Fonte: Gazeta Esportiva
