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O Barcelona está vivendo um momento de transição bem-sucedido em 2026/27. Após três rodadas de La Liga, o time de Hansi Flick mantém 100% de aproveitamento, com 12 gols marcados e apenas dois sofridos. Mais impressionante que os números é a qualidade do futebol apresentado: ofensivo, verticalizando bem e envolvente.
O detalhe que chama atenção é que o Barça está conquistando esses resultados sem depender exclusivamente de Lamine Yamal. O jovem campeão do mundo começou a temporada longe do seu melhor rendimento físico e técnico, como já havia acontecido em outras ocasiões. Nos dois primeiros jogos, o espanhol se mostrou abaixo das expectativas.
Tudo mudou contra o Rayo Vallecano, quando Yamal finalmente acordou na temporada. O camisa 10 marcou dois gols de beleza e exibiu seu futebol típico, repleto de dribles e lances de criatividade. Porém, mesmo com a boa atuação, está longe de alcançar o patamar que atingiu nas duas últimas campanhas.
Naquele período, surgiu o termo “Yamal dependência” – justamente porque o Barcelona parecia muito preso ao rendimento do atacante. O time alterava sua dinâmica conforme a forma do jovem talento. Flick parece ter quebrado esse paradigma.
A chegada dos reforços e o trabalho tático do técnico alemão criaram um equilibrio maior no elenco. O Barça agora tem mais soluções ofensivas e não precisa sobrecarregar Yamal com a responsabilidade de resolver os jogos sozinho. Isso é saudável tanto para o clube quanto para o próprio jogador, que pode evoluir sem pressão extrema.
Se mantiver essa estabilidade e esse futebol vistoso, o Barcelona pode finalmente enterrar de vez o rótulo de “Yamal dependência” e voltar a ser uma potência europeia de verdade. Flick parece estar no caminho certo.
Fonte: Trivela
