Foto: Franco Monsalvo / Pexels
Enquanto a maioria dos clubes brasileiros torce apenas pelo desempenho de seus atletas nas seleções, o Atlético Mineiro tem um motivo a mais para comemorar a classificação do Equador para as oitavas de final da Copa do Mundo: o bolso do clube fica mais recheado a cada rodada disputada.
Com três jogadores equatorianos no elenco — Alan Franco, Ángelo Preciado e Alan Minda — além do paraguaio Junior Alonso, o Galo se beneficia diretamente do Programa de Benefícios aos Clubes, uma iniciativa da FIFA criada justamente para compensar as equipes que liberam seus atletas para disputar o Mundial.
O mecanismo funciona de forma bastante simples: quanto mais longe a seleção avança na competição, maior a arrecadação do clube. O cálculo é feito por jogador e por dia de participação, transformando cada vitória em receita extra nos cofres mineiros.
Com quatro representantes no torneio, o Atlético embolsa aproximadamente R$ 228 mil diariamente. Desde o início da Copa, o clube já acumulou mais de R$ 3,4 milhões — uma quantia nada desprezível que pode fazer diferença no planejamento financeiro da temporada.
Para colocar em perspectiva, esse tipo de compensação é especialmente importante para clubes brasileiros que constantemente cedem seus melhores talentos para as seleções nacionais. A iniciativa da FIFA reconhece que as equipes sofrem desgaste físico dos jogadores, possíveis lesões e perda de rendimento durante essas períodos de Data FIFA e competições internacionais.
Enquanto a campanha do Equador continuar avançando nas oitavas, o Atlético seguirá recebendo essa injeção diária de recursos. É uma situação vantajosa tanto para os cofres do clube mineiro quanto para os torcedores, que veem seus ídolos disputando o maior torneio de seleções do planeta — e ainda por cima trazendo retorno financeiro para a instituição.
Fonte: Bolavip Brasil
