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O São Paulo entra na reta final do primeiro semestre de 2026 com um elenco robusto de 38 atletas, mas há um problema que pode virar dor de cabeça na próxima janela de transferências: vários jogadores ainda não acumularam 12 partidas disputadas no Campeonato Brasileiro.
Essa situação coloca esses nomes em posição delicada no mercado. Quando a janela de transferências abrir, no dia 20 de julho, o Tricolor pode sofrer tentativas de abordagem por clubes interessados em atletas com menor minutagem, afinal, para muitos times, isso representa oportunidade de negócio com menor risco de desestabilização do elenco.
A diretoria são-paulina trabalha para manter a estrutura atual, mas reconhece a possibilidade de saídas pontuais para equilibrar o plantel. O desafio está em identificar quem realmente merece continuar e quem pode ser negociado sem prejudicar o desempenho do time no restante da temporada.
Na defesa, os zagueiros Arboleda e Tolói não alcançaram a marca de 12 jogos, assim como os laterais Cédric e Maik, peças que alternam entre titularidade e banco de reservas. No meio-campo, Pablo Maia e Marcos Antônio também entram nessa lista, apesar de serem atletas de experiência que poderiam render mais minutos.
O ataque também tem seus casos: Gonzalo Tapia, André Silva e Lucas Moura não atingiram a marca de 12 partidas no Brasileirão até agora. Alguns deles são titulares ou têm status de destaque, o que torna a situação ainda mais intrigante.
Essa exposição do elenco ao mercado é típica do futebol moderno, especialmente em times grandes que precisam manter equilíbrio financeiro. O São Paulo deverá ser estratégico nas próximas semanas para não perder peças importantes e nem ficar preso a atletas que não conseguem ganhar espaço.
Fonte: Gazeta Esportiva
