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O São Paulo vai entrar em recesso durante a Copa do Mundo de 2026 em uma situação incômoda. Com a competição começando em apenas nove dias, o Tricolor termina a primeira fase do Campeonato Brasileiro ocupando a oitava posição, longe do prestígio que costuma ter quando os Mundiais se aproximam.
Os números não mentem: 25 pontos conquistados em 18 jogos e um aproveitamento de apenas 46%. Apesar de estar na metade superior da tabela — o que, teoricamente, não é uma posição desesperadora — essa campanha representa um retrocesso significativo comparada aos desempenhos anteriores do clube em períodos similares.
Para dimensionar o tamanho da queda, basta olhar para trás. Na pausa para a Copa de 2006, na Alemanha, o São Paulo estava na terceira colocação com 20 pontos em dez jogos disputados e incríveis 66% de aproveitamento. Estava apenas um ponto atrás do líder Cruzeiro, em uma disputa muito mais acirrada pela liderança.
Em 2018, quando o Brasil viajou para a Rússia, o Soberano também estava bem posicionado na tabela, mantendo a tradição de estar entre os melhores antes das paralisações internacionais.
Essa trajetória descendente levanta questões sobre o momento do clube. O São Paulo, historicamente conhecido por sua consistência no campeonato nacional, vê-se agora em um cenário preocupante. Quando retornar dos compromissos da Copa do Mundo, no dia 22 de julho contra o Athletico Paranaense em casa, terá pela frente um desafio importante: recuperar-se e brigar por posições mais altas até o encerramento do Brasileirão.
O clube tricolor precisará fazer uma autocrítica durante esse período e buscar melhorias para não desperdiçar a segunda metade da competição. Afinal, para um gigante como o São Paulo, ocupar apenas a oitava posição nunca foi aceito como um resultado satisfatório.
Fonte: Bolavip Brasil
