Foto: Quyn Phạm / Pexels
Fernando Diniz esclareceu as razões que levaram à ausência de Carrillo no confronto entre Corinthians e Santos, disputado neste domingo na Neo Química Arena, pela 25ª rodada do Brasileirão. O meio-campista, que vinha numa sequência importante de jogos, apresentou um incômodo na região posterior da coxa que preocupou a comissão técnica alvinegra.
Embora o edema tenha regredido durante a semana de preparação, Diniz optou pela preservação do atleta, priorizando a segurança em detrimento do risco. “O Carrillo era uma possibilidade, mas precisaria estar em condições plenas. Ele apresentava uma dor na posterior que resolvemos cuidar, já que vinha de uma sequência grande e durante a semana não estava seguro para atuar”, explicou o treinador.
A decisão do técnico evidencia uma postura cautelosa diante do cenário de desfalques que o Corinthians já enfrentava no setor intermediário. Com várias baixas nessa região do campo, a comissão técnica preferiu não arriscar e comprometer ainda mais o elenco. “Não tem lesão muscular diagnosticada, mas havia sinais importantes que precisávamos respeitar”, completou Diniz.
A estratégia de poupança revela uma leitura cuidadosa do calendário e das condições físicas do elenco. Em um período com partidas frequentes, gerenciar o desgaste dos jogadores torna-se fundamental para manter a performance e evitar problemas maiores no futuro próximo.
Essa postura de Diniz também reflete a importância de equilibrar a necessidade de resultados imediatos com a preservação do patrimônio físico do time. Em um clássico como o Santos, a tentação de escalar todos os atletas disponíveis é grande, mas a experiência do técnico permitiu uma decisão mais sensata.
O foco agora está em ter Carrillo totalmente recuperado para os próximos compromissos, quando sua qualidade técnica será novamente fundamental para as aspirações corintianas no campeonato.
Fonte: Gazeta Esportiva
