Foto: Anh Lee / Pexels
A Bélgica vive um momento de euforia após goleada arrebatadora sobre os Estados Unidos por 4 a 1, que a colocou nas quartas de final da Copa do Mundo. Porém, a festa ganhou um sabor amargo com a grave lesão sofrida por Amadou Onana, seu principal volante.
O jogador do Aston Villa rompeu o ligamento cruzado anterior (LCA) do joelho direito logo aos 21 minutos do primeiro tempo, após prender a perna no gramado durante uma dividida acirrada com Christian Pulisic. A cena foi lamentável: Onana precisou deixar o campo de maca, confirmando a seriedade da contusão que o afastará do restante da competição.
Depois da partida, o atleta já era visto com muletas e joelheira, sinais de uma lesão que não deixa margem para dúvidas sobre sua ausência nas próximas fases. Para a seleção belga, o impacto é devastador justamente quando a equipe encontrou seu melhor futebol no torneio, com uma atuação praticamente perfeita contra os americanos.
O técnico Rudi Garcia terá um quebra-cabeça para montar: substituir um de seus atletas mais experientes e fundamentais para o esquema tático da equipe exatamente na fase em que as margens para erro diminuem drasticamente. A criatividade e a inteligência de Onana no meio de campo eram peças-chave para a circulação de bola belga.
Paralelamente, o Aston Villa também sofre as consequências. Unai Emery, treinador dos Villans, precisará reorganizar seus planos para a temporada, uma vez que perderá seu jogador por um longo período. A recuperação de uma lesão ligamentar dessa magnitude leva meses, comprometendo o retorno do volante até bem avançada a próxima season.
Enquanto a Bélgica segue adiante em busca do melhor resultado possível na competição, terá de lidar com essa perda significativa no meio-campo, testando a profundidade de seu elenco em momentos decisivos.
Fonte: Gazeta Esportiva
