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Com a vaga assegurada nas oitavas de final, a Argentina começa a fazer seus cálculos para o confronto contra a Jordânia na terceira rodada da fase de grupos da Copa do Mundo. A tendência é que o técnico albiceleste opte por poupar seus principais jogadores, incluindo o astro Lionel Messi, e escale um time misto para o duelo.
A estratégia faz todo sentido. Afinal, com a classificação já garantida e o adversário já eliminado, não há necessidade de arriscar seus craques em um jogo sem maiores implicações na competição. É um movimento que visa preservar a saúde física e mental dos atletas para os confrontos decisivos que virão adiante.
Messi, aos 39 anos, segue sendo peça fundamental no esquema argentino, mas precisa de gestão cuidadosa. O craque rosarino já disputou jogos intensos nas rodadas anteriores e pode se beneficiar significativamente com um repouso estratégico. Além dele, outros titulares que vêm carregando o peso da campanha também devem receber descanso.
Esta é uma prática comum entre seleções que já completaram seus objetivos na fase de grupos. Permite que o técnico aproveite para dar ritmo a jogadores que tiveram menos oportunidades e ainda avalia novas possibilidades táticas sem colocar em risco seus principais ativos antes dos mata-matas.
A Jordânia, por sua vez, já sabe que não tem chances de avançar, então o jogo terá um caráter mais protocolar. Ainda assim, a Argentina não pode permitir desatenções. O futebol sempre reserva surpresas, e mesmo com reservas em campo, a qualidade técnica do elenco argentino é mais que suficiente para administrar a partida sem maiores sustos.
A Copa do Mundo segue seu ritmo implacável. Em breve, as verdadeiras batalhas começarão, e estar com o elenco descansado pode fazer toda a diferença nas decisões que se aproximam.
Fonte: Folha Esporte
