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O Santos segue uma estratégia comum entre os grandes clubes: manter jogadores da base em desenvolvimento através de empréstimos. Em 2026, o Peixe possui diversos atletas espalhados pelo futebol brasileiro que buscam ganhar experiência e reconquistar espaço no projeto alvinegro.
Um dos casos mais interessantes é o do lateral JP Chermont. Revelado pelo Santos ainda em 2024, o jovem defensor começou como destaque na estrutura do clube, mas não conseguiu manter o bom desempenho. Em 2025, Chermont oscilou bastante e perdeu terreno na disputa por posição, chegando até a ser rebaixado para a equipe sub-20 durante a temporada.
Diante dessa situação, a diretoria santista optou por emprestar o lateral para que pudesse ganhar minutos de jogo e voltar mais maduro e confiante. É uma aposta comum no futebol moderno: às vezes, o jovem talento precisa de ritmo competitivo que não consegue dentro do clube.
Essa política de empréstimos reflete a realidade do Santos nos últimos anos. Com dificuldades financeiras e limitações orçamentárias, a gestão preferiu investir em promoção de jovens da base, mesmo que isso signifique deixá-los ganhar experiência em outras equipes temporariamente.
O desafio agora é acompanhar a evolução desses atletas e identificar quem realmente tem condições de retornar para integrar o elenco profissional com mais bagagem. Nem todos conseguem fazer esse salto qualitativo, mas quando conseguem, representam oportunidades valiosas para economizar nos gastos com contratações.
O caso de Chermont é emblemático dessa situação. Se conseguir se destacar durante o empréstimo, pode representar um reforço de custo zero para o Santos em futuro próximo. Se não evoluir, a experiência servirá como aprendizado no desenvolvimento da carreira.
Fonte: Gazeta Esportiva
