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O Palmeiras segue montando seu quebra-cabeça para 2026, mas enfrenta um cenário preocupante: diversos atletas do elenco alviverde ainda não atingiram a marca de 12 partidas disputadas no Campeonato Brasileiro. Essa situação coloca alguns nomes em posição vulnerável diante do mercado de transferências, que reabre as portas no próximo 20 de julho.
Com 26 jogadores à disposição, o time de São Paulo já começou seus ajustes. A chegada do zagueiro Alexander Barboza e a saída do volante Figueiredo para o Ceará marcam os movimentos iniciais do período de transferências. Vale lembrar que o defensor só poderá atuar após a Copa do Mundo.
O problema está na falta de ritmo de jogo de alguns nomes considerados importantes no projeto. Entre os atletas com menos de 12 jogos estão laterais-esquerdos que deveriam ser peças-chave da defesa, como Arthur e Piquerez. No setor ofensivo, a situação não é diferente: Paulinho, Vitor Roque e Jhon Arias também não completaram essa quantidade de partidas.
A questão é delicada porque mistura titulares e reservas no mesmo bolo. Enquanto alguns desses jogadores alternam entre o banco e o campo, outros eram esperados como titulares. A falta de minutagem regulares coloca em xeque tanto a adaptação desses atletas quanto a confiança técnica depositada neles.
Esse cenário de pouca utilização pode favorecer propostas do mercado externo ou interno. Clubes interessados podem argumentar que esses jogadores não têm espaço garantido no Palmeiras, facilitando negociações. Para a comissão técnica alviverde, fica o desafio de decidir se aposta ou se deixa ir nomes que, teoricamente, integram o projeto para a sequência do ano.
A próxima janela será crucial para definir o futuro desse grupo. Sem minutagem no Brasileiro, esses atletas correm contra o relógio para ganhar espaço e se blindar contra o assédio do mercado.
Fonte: Gazeta Esportiva
