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A confiança é grande na seleção canadense. Jesse Marsch, treinador dos Canucks, deixou claro nesta quinta-feira que aceitou o desafio de comandar a equipe justamente pela oportunidade histórica de estar à beira do campo durante uma Copa do Mundo disputada em solo nacional.
Em entrevista coletiva realizada no BMO Field, em Toronto — estádio que receberá seis partidas do Mundial de 2026 — o técnico americano não escondeu sua ambição. “Se você faz disso a sua profissão, este é o lugar onde quer estar”, afirmou Marsch, com segurança.
O comandante foi ainda mais direto ao explicar suas motivações: “Vim para cá para comandá-los na Copa do Mundo, certo? Em uma Copa do Mundo em casa. Eu queria essa responsabilidade”. A declaração evidencia que Marsch vê o cargo como uma oportunidade única na carreira.
Com personalidade marcante, o treinador também fez questão de exaltar a pressão do momento. “Adoro estar naquele banco de reservas quando o estádio está lotado, a pressão é máxima e todo mundo acha que você é um idiota”, completou com bom humor, mostrando que está preparado para os desafios psicológicos da missão.
A declaração chega em momento crucial para o Canadá. A seleção enfrenta a Bósnia nesta sexta-feira, pela primeira rodada do Grupo B da Copa 2026. É o primeiro teste oficial de Marsch com a equipe em um torneio continental, e o técnico já sinaliza que está pronto para absorver o calor do palco maior do futebol mundial.
O appointment de Marsch como técnico canadense foi estratégico. Sua experiência em grandes ligas e competições europeia, aliada à sua disposição em abraçar desafios de alta pressão, faz dele um nome credenciado para levar a seleção além do esperado em sua própria casa.
Fonte: Gazeta Esportiva
