Foto: Chris wade NTEZICIMPA / Pexels
A Copa do Mundo 2026 terá um início marcado por ausências de personalidades políticas de destaque. De acordo com informações do The Athletic, departamento de esportes do jornal The New York Times, três líderes importantes não estarão presentes na estreia de seus respectivos países na competição.
Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, Claudia Sheinbaum, presidente do México, e Mark Carney, personalidade política do Canadá, não devem comparecer aos jogos de abertura de suas nações no torneio que será disputado em território norte-americano.
A notícia surpreende considerando o prestígio da Copa do Mundo como palco de aparições de autoridades governamentais. Historicamente, líderes nacionais costumam marcar presença em momentos significativos do futebol mundial, especialmente na estreia de suas seleções.
Para a seleção americana, a ausência do presidente representa um contraste com a importância que o governo tem dado ao desenvolvimento do futebol nos EUA nos últimos anos. O país, ao lado de México e Canadá, é sede da competição e tinha grande expectativa de movimentação política em torno do evento.
No caso do México, a ausência de Sheinbaum também chama atenção, já que o futebol mexicano desperta paixão no país e abrir a competição é momento de grande destaque nacional. O Canadá, por sua vez, busca consolidar sua presença no futebol mundial após participações anteriores em Copas.
Enquanto isso, a FIFA segue com os preparativos para um espetáculo que promete movimentar milhões de torcedores em todo o continente americano. A ausência desses líderes políticos, porém, levanta questões sobre as prioridades e compromissos em torno do maior evento do futebol mundial.
O torneio de 2026 marca a primeira vez que a Copa do Mundo será disputada por 48 seleções e em três países simultaneamente, prometendo ser uma edição histórica independentemente das presenças políticas.
Fonte: Folha Esporte
