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A seleção feminina da Inglaterra vive um momento de frustração após uma performance que deveria ter garantido a classificação automática para a Copa do Mundo de 2025, mas que terminou em uma luta pela repescagem. As Lionesses conquistaram cinco vitórias em seis jogos na fase de grupos das eliminatórias, um aproveitamento que seria suficiente em praticamente qualquer outra chave, mas não neste caso.
A treinadora Sarina Wiegman e várias estrelas do time inglês não pouparam críticas ao que chamaram de ‘grupo mais difícil’ da competição. A derrota para a Espanha, que ocorreu em um confronto direto, provou ser o muro que impediu o acesso automático, deixando a equipe britânica em uma situação delicada onde sua permanência no torneio não é garantida.
O revés para as espanholas abriu uma ferida que persiste até hoje nos corredores da federação inglesa. Com um recorde impressionante de cinco vitórias em seis partidas, seria razoável esperar que a Inglaterra estivesse garantida entre as principais seleções, mas o futebol feminino tem demonstrado cada vez mais competitividade e equilíbrio entre as potências mundiais.
A vitória recente sobre a Ucrânia por 3 a 0 mantém vivas as esperanças inglesas, porém deixa questões incômodas sobre como uma única derrota pode custar tanto em um grupo repleto de adversárias de qualidade. Wiegman precisa agora focar na repescagem e manter intacto o moral de suas jogadoras, que claramente têm potencial para competir pelo título mundial.
A situação expõe uma realidade: o futebol feminino conquistou um patamar onde não há mais adversários acessíveis nas eliminatórias. A Inglaterra aprenderá com essa lição, mas a incerteza sobre a Copa é um gosto amargo que qualquer seleção gostaria de evitar.
Fonte: Sky Sports Football
